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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A Escola de Cavalaria - Parte 1

 História do tempos da antiga escola de cavalaria que já foi longo dos séculos na mesmo portal do TEMPO DOS CAVALEIROS. Vamos para a Primeira Parte da batalha de cavaleiros.

Atacai, Soldados! - berrou Tomás. Ao ouvirem a ordem, os jovens soldados romperam pelo pátio e tomaram de assalto o enorme vestíbulo. Mas ninguém ligou importância - Tomás e os seus soldados tinham apenas seis anos! Mas quando Tomás fez sete anos, tudo mudou. Deixou o castelo do tio e foi morar com a outra família nobre. Aí servia como pajem. Era o primeiro passo se tornar cavaleiro.

Como pajem, Tomás aprendia a andar a cavalo e a combater. Tinha sorte - também aprendia a ler e a escrever. Quando fez 14 anos, Tomás tornou-se escudeiro. Estava ao serviço de um cavaleiro e acompanha-o para todo o lado – certa vez até uma batalha! 

Aos 20 anos, Tomás provava ser um jovem competente e digno. Por fim, numa cerimónia especial foi armado cavaleiro.

Continuação da 2ªPARTE



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Feiras e Dias Santos

 Hoje falamos deste sobre o ataques dos reis durantes as feiras-feiras

Olha para ali! - O pequeno Tomás puxava pela saia da ama. - Aquele homem a andar com as mãos do chão! Tomás era agora um rapazinho. Desde o cerco, vivia no castelo do seu tio. Naquele dia, estava muito entusiasmado porque na aldeia próxima se realizava uma feira por ocasião da festa de S. Dunstan na América. 

Mercadores e negociantes chamavam a multidão. Nas suas bancas vendiam de tudo, desde mel até arenques. A ama de Tomás esperava que apareceste algum mercador com tecidos bonitos. Olha! Ali estava um. Segundo com o livro Editores Europa-América ao NO TEMPO DOS CAVALEIROS, o Tomás não queria saber de tecidos. Gostava era de ver os ursos a dançarem, e os malabaristas.

Quando nessa tarde Tomás voltou ao castelo do tio, a praça fervilhava de animação, toda a gente se queria divertir. Naquele dia não havia trabalho! Um grupo de atores ambulantes os jograis, chegara na noite anterior. No pátio do castelo, iam representar a história trágica de Noé e o diluvio. A Peça incluía guarda-roupa, canções e efeitos de som. 

Um bando de crianças cirandava pelo meio da multidão que se juntará para ver. Deixem-me passar! - gritava Tomás. - Não vejo nada!  O tio de Tomás chamou três dos seus criados. Estes correram a buscar uma quantidade de cerveja e alguns barris de vinho para os convidados beberem.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Atacados! (4)

 Continuação da Quarta Parte dos Atacados!

Por fim, os assaltantes arrastaram um enorme canhão, chamado bombarda. Ao vê-lo, a guarnição desesperou. Sabia que o castelo estava perdido. Nessa noite, um grupo de homens saiu do castelo à socapa. Lançaram-se aos pés dos soldados inimigos e suplicam que os levassem à presença do Barão. 

- Dai entrada no castelo aos meus homens, e poupar-vos-ei a vida – disse o Barão 

Os traidores conduziram um pequeno grupo de cavaleiros inimigos até uma entrada secreta. A coberto da escuridão, os assaltantes introduziram-se no castelo e abriram as portas. 

O exército do Barão entrou de roldão por ali dentro, e em pouco tempo o castelo foi conquistado. Da torre à masmorra, os soldados pilharam tudo, quando encontravam. Mataram Lorde Henrique e sua mulher e levaram como reféns o resto da família. No meio da confusão, alguém se esgueirou por uma porta secreta. Levava nos braços uma criança pequena: Tomas, o filho do castelão. 

Atacados! (3)

 Continuação da Terceira Parte:

O Barão mandou recado a Lorde Henrique. A mensagem era breve e clara: «Rendei-vos já ou morrereis mais tarde!» A reposta de Lorde Henrique foi igualmente clara. Declarou: «Nunca!» 

Furioso, o Barão deu um sinal e a longa batalha começou. Enormes catapultas rangiam, arremessado pedregulhos contra as muralhas. Uma rajada de flechas incendiadas voou sobre as ameias. Alguns dos assaltantes, para fazerem uma ponte, mergulhavam troncos de árvore e terra no fosso – vala cheia de água em redor do castelo. 

Do castelo, os arqueiros lançavam uma consoante rajada de setas, através das estreitas seteiras das muralhas. Outros soldados faziam chover sobre o inimigo pedregulhos e azeite a ferver. 

Perto das muralhas, um grupo de assaltantes avançava, aos poucos, com uma torre de madeira. Esta era uma escada GIGANTESCA que podia transportar centena de soldados. Em breve, as altas meias seriam atacadas. 

Espantosamente à NO TEMPO DOS CAVALOS, o castelo resistiu durante semanas. O Barão não consegue penetrar nas muralhas. Mas a guarnição do castelo encontrava-se numa situação terrível. Não havia carne fresca porque todos os animais tinham sido comidos. Até ratazanas era difícil de encontrar. A maior parte dos dias, os soldados comiam apenas um punhado de aveia. Não podiam resistir por muito mais tempo.

Atacados! (2)

Invadiram os barracões e levavam porcos e galinhas. Depois, deitavam fogo a feixes de palha e atiravam-nos para dentro das casas da madeira. Os camponeses aterrorizados, fugiram aos gritos das suas casas em chamas.

Os soldados da guarnição do castelo viam as chamas e ouviram os gritos dos camponeses.

Muitos tinham amigos na aldeia, mas nada podiam fazer. Estavam cercados dentro das muralhas do castelo. Enquanto o ar se enchia de fumarada, o rumor de uma fila de carros de bois chegava ao castelo. Os soldados do Barão principiavam a descarregar tendas, comida e armas. Estavam a montar um acampamento, aldeia provisória onde iriam morar durante o assalto ao castelo. Tinham de preparar-se para uma longa permanência. 

sábado, 23 de outubro de 2010

Atacados!

O ranger das rodas de um carro quebrou o silêncio da madrugada. Logo em seguida, as sentinelas avistaram vultos escuros por entre o nevoeiro. A guarnição do castelo compreendeu imediatamente o que estava a acontecer, e gritou: «Estamos a ser atacados!» Os soldados inimigos tinham chegado ao castelo antes de guarnição ter dado por isso. Estavam a assaltar a fortaleza tal como o Barão planeara!  

Havia anos que o Barão e Henrique, o senhor do castelo, eram inimigos. Lorde Henrique tinha recentemente reforçado as defesas do castelo. O Barão considerou isto um mau sinal e resolveu atacar. Os guardas do castelo sabiam o que deviam fazer. Aferrolharam a porta e içaram a ponte levadiça. Daí, podiam disparar arcos e bestas e lançar pedregulhos sobre os soldados inimigos que tenteassem escalar as muralhas.  

Lá em baixo os soldados do Barão gritavam e escarneciam dos homens que estavam nas ameias. O inimigo tinha cercado rapidamente o castelo. Não havia salvação! Entretanto, outros soldados inimigos começaram a saquear a aldeia próxima. Roubavam das casas enxergas, bancos e comida. 

O fim do TEMPO DOS CAVALEIROS

O grande vestíbulo está silencioso. A cozinha do castelo está vazia. Na floresta ninguém caça javalis. Não há cavaleiros a combater em torne...

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